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Buscador, caçador do eu, pesquisador de seres, inventor de mim, solucionador: o que vier eu traço. Pensador prático, construtor de mim mesmo, experimentador, ousador, louco por aventuras e pelo ainda não vivido, buscado ou imaginado. Incógnito, normal, comum, especial por isso mesmo. Acredite se quiser...

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antartica
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SALMO 91
Confiança
Tu que habitas sob a proteção do Altíssimo
Que moras à sombra do Onipotente,
Dize ao Senhor: Sois meu refúgio e minha cidadela,
Meu Deus, em quem eu confio.
É ele que te livrará do laço do caçador,
E da peste perniciosa.
Ele te cobrirá com suas plumas,
Sob suas asas encontrarás refúgio;
Sua fidelidade te será um escudo de proteção.
Tu não temerás os terrores noturnos,
Nem a flecha que voa à luz do dia,
Nem a peste que se propaga nas trevas,
Nem o mal que grassa ao meio dia.
Caiam mil homens à tua esquerda e dez mil à tua direita,
Tu não serás atingido.
Porém, verás com teus próprios olhos,
Contemplarás o castigo dos pecadores.
Porque o Senhor é teu refúgio;
Escolheste, por asilo, o Altíssimo.
Nenhum mal te atingirá,
Nenhum flagelo chegará à tua tenda.
Porque aos seus anjos Ele mandou
Que te guardem em todos os teus caminhos.
Eles te sustentarão em suas mãos,
Para que não tropeces em alguma pedra.
Sobre serpente e víbora andarás,
Calcarás aos pés o leão e o dragão.

Pois que se uniu a mim, eu o livrarei;
E o protegerei, pois conhece o meu nome.
Quando me invocar, eu o atenderei;
Na tribulação estarei com ele;
Hei de livrá-lo e o cobrirei de glória.
Será favorecido de longos dias,
E mostrar-lhe-ei a minha salvação.

fevereiro 25, 2003  
Ouvindo o vento passar entre as folhas dos eucaliptos
Uma tarde de domingo em plena terça-feira de manhã.

Forçando bem a memória eu consegui lembrar mais um pouco do flash que me veio à mente hoje pela manhã. Era uma tarde de domingo, provavelmente, e eu não devia ter mais do que cinco ou seis anos de idade.

Venho voltando, abro os olhos e não tenho a mínima idéia de onde estou. Percebo que estava dormindo, uma agradável sensação de paz invade aquilo que eu não sabia ser a minha alma, abro mais os olhos, tento descobrir onde estou, mas nada, nem uma pista consigo. Fecho os olhos novamente e me dou o presente de poder me sentir tão calmo, tão em paz... tão feliz.

Aos poucos enxergo a parede do quarto da casa vizinha da sede, no sítio de meu avô — era Chácara São Francisco, em Salto de Itu, mas para mim sempre foi sítio. Nossa, quanta macarronada eu devo ter comido! Alguém está comigo?

Estava só. O menininho esfrega os olhos, levanta, põe a camiseta para dentro do calçãozinho e vai correndo brincar no calipal. Chegando lá, a primeira coisa que faz é escolher uma árvore bem pequenininha e faz um xixi bem legal: “pra arvorezinha crescer”.

Sinto o cheiro dos eucaliptos perfumados — são tão raros aqui no Nordeste —, o cheiro do fogão a lenha de minha avó. Ouço a voz de meu avô, ele estava cuidando dos porcos e das galinhas.

Tem como não sentir essa lágrima em meu rosto?

Menininho, parece que você sabia...

  escrito por abrir só este post 8:30:00 AM 0 Pensando melhor

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