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Buscador, caçador do eu, pesquisador de seres, inventor de mim, solucionador: o que vier eu traço. Pensador prático, construtor de mim mesmo, experimentador, ousador, louco por aventuras e pelo ainda não vivido, buscado ou imaginado. Incógnito, normal, comum, especial por isso mesmo. Acredite se quiser...

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antartica
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SALMO 91
Confiança
Tu que habitas sob a proteção do Altíssimo
Que moras à sombra do Onipotente,
Dize ao Senhor: Sois meu refúgio e minha cidadela,
Meu Deus, em quem eu confio.
É ele que te livrará do laço do caçador,
E da peste perniciosa.
Ele te cobrirá com suas plumas,
Sob suas asas encontrarás refúgio;
Sua fidelidade te será um escudo de proteção.
Tu não temerás os terrores noturnos,
Nem a flecha que voa à luz do dia,
Nem a peste que se propaga nas trevas,
Nem o mal que grassa ao meio dia.
Caiam mil homens à tua esquerda e dez mil à tua direita,
Tu não serás atingido.
Porém, verás com teus próprios olhos,
Contemplarás o castigo dos pecadores.
Porque o Senhor é teu refúgio;
Escolheste, por asilo, o Altíssimo.
Nenhum mal te atingirá,
Nenhum flagelo chegará à tua tenda.
Porque aos seus anjos Ele mandou
Que te guardem em todos os teus caminhos.
Eles te sustentarão em suas mãos,
Para que não tropeces em alguma pedra.
Sobre serpente e víbora andarás,
Calcarás aos pés o leão e o dragão.

Pois que se uniu a mim, eu o livrarei;
E o protegerei, pois conhece o meu nome.
Quando me invocar, eu o atenderei;
Na tribulação estarei com ele;
Hei de livrá-lo e o cobrirei de glória.
Será favorecido de longos dias,
E mostrar-lhe-ei a minha salvação.

fevereiro 20, 2003  
Ouvindo New Age
Alguém pode me dizer onde fica a porta de saída?

Fecha-se o labirinto...

Ou o botão off - melhor dizendo, desliga?
Se não der, quem sabe pelo menos como se desliga a tomada?
Tem quadro de força? Caixa de disjuntores?
Pára que eu quero descer!!!

Detesto me sentir assim, mas desde ontem à noite
O momento chegou.
Desaperece nuvem escura!!! É uma ordem!!!






Labirinto.
Viro para a direita: acho a esquerda.
Olho pra baixo: vejo o céu.
Não há mais direitas ou esquerdas, altos ou baixos.
Tanto faz.
Se pudesse escolher, queria do tipo labirinto dos jardins franceses,
Mas me deram um muito mais complexo,
O labirinto de minha alma.
Não bastasse isso, antes de chegar a ela
Tenho de desvendar o labirinto de minha mente.

Tem horas que eu não desejaria ser eu - essa é uma delas.
Mas sou, e não posso nem querer trocar.
Não há mais desvios, nem atalhos.
Não há mais nenhuma luz aparente,
Encara-se de frente.
Fecha-se o cerco, o labirinto lentamente desaba sobre mim.


A saída tem de ser logo ali,
Não pode estar muito longe,
Não é possível que tenha errado por tanto!
Se achar a porta de saída, tranco.
Pelo lado de dentro.
Vou desmontar esse labirinto.
Posso morrer tentando, eu sei.
Mas se não tentar morro ao sair.
Agora já perdi o medo.

 Depois da tempestade, tem de vir a linha de chegada!!!




Eu sei que está down, mas eu funciono assim:
Pego o lápis - prefiro lápis, deve ser lembrança do século XVII -, ou sento na frente do micro, e nunca sei o que vou escrever.
Nem mesmo a primeira palavra eu sei antes de escrevê-la. Por isso mesmo sinto-me na obrigação de fluir tudo o que vem, seja como for.

Quem sabe algum dia isso faça sentido,
lido junto ou separado,
após ter sido encontrada a saída,
após ter sido decifrado e desmontado o labirinto,
após ter sido dominado o monstro,
após ter sido vencida a batalha.
Havendo após, ou não.

Havia lápis no século XVII?

Uma pesquisa rápida no Radar UOL me levou para o Blog das Cores, que explica que o lápis com grafite, do modo como o conhecemos hoje, foi inventado por Nicolas-Jacques Conté no século XVIII. Nesse link aí do Conté conta a história todinha.
Bom, devo usar lápis porque gosto mesmo! Ou será que foi algum amigo de Porpetta o verdadeiro inventor do lápis, 100 anos antes?
Isso já é outra história.

  escrito por abrir só este post 9:41:00 AM 0 Pensando melhor

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