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Buscador, caçador do eu, pesquisador de seres, inventor de mim, solucionador: o que vier eu traço. Pensador prático, construtor de mim mesmo, experimentador, ousador, louco por aventuras e pelo ainda não vivido, buscado ou imaginado. Incógnito, normal, comum, especial por isso mesmo. Acredite se quiser...

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artico
antartica
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Candeias by Van Gogh

SALMO 91
Confiança
Tu que habitas sob a proteção do Altíssimo
Que moras à sombra do Onipotente,
Dize ao Senhor: Sois meu refúgio e minha cidadela,
Meu Deus, em quem eu confio.
É ele que te livrará do laço do caçador,
E da peste perniciosa.
Ele te cobrirá com suas plumas,
Sob suas asas encontrarás refúgio;
Sua fidelidade te será um escudo de proteção.
Tu não temerás os terrores noturnos,
Nem a flecha que voa à luz do dia,
Nem a peste que se propaga nas trevas,
Nem o mal que grassa ao meio dia.
Caiam mil homens à tua esquerda e dez mil à tua direita,
Tu não serás atingido.
Porém, verás com teus próprios olhos,
Contemplarás o castigo dos pecadores.
Porque o Senhor é teu refúgio;
Escolheste, por asilo, o Altíssimo.
Nenhum mal te atingirá,
Nenhum flagelo chegará à tua tenda.
Porque aos seus anjos Ele mandou
Que te guardem em todos os teus caminhos.
Eles te sustentarão em suas mãos,
Para que não tropeces em alguma pedra.
Sobre serpente e víbora andarás,
Calcarás aos pés o leão e o dragão.

Pois que se uniu a mim, eu o livrarei;
E o protegerei, pois conhece o meu nome.
Quando me invocar, eu o atenderei;
Na tribulação estarei com ele;
Hei de livrá-lo e o cobrirei de glória.
Será favorecido de longos dias,
E mostrar-lhe-ei a minha salvação.

outubro 21, 2002  
Ouvindo a Rádio Sax in the City
Hoje é dia de aniversário!!!

O Ser Humano completa hoje 1 ano! Foi num domingo de manhã em outubro de 2001 que eu acordei inspirado e resolvi encarar a tal de HTML e suas tags e criar o Ser Humano.
Não tinha a menor idéia do que iria fazer.
Peguei um lápis, uma folha de papel em branco e escrevi o texto do buscador, caçador do eu...
Começou assim, escrito primeiro no papel.
Ainda bem que comecei.
Como os primeiros passos são importantes! Tem que comemorar!
Talvez por isso hoje seja um meio feriado em Pernambuco:
Dia do Comerciário e Dia do Industriário.


E antes que eu seja perseguido pelas ruas de Candeias por todos os Seres Humanos Caninos do pedaço, deixa eu retificar:
O point canino de Candeias é o UAU Pet Club!!!


Primeiras conclusões sobre o trabalho de pesquisa no banco de dados da Folha de São Paulo sobre: Banco and Central and vendeu and bilhões.

Não precisa ficar se aprofundando muito, e eu nem tenho pretensão alguma de fazer isso, para chegar a algumas conclusões mais óbvias. Só o que quero é entender um pouco do que acontece com o NOSSO país. É NOSSO dinheiro, são NOSSAS vidas, temos o direito e a obrigação de saber o que se passa. Por isso estou fazendo esta pesquisa, que me atrevo a colocar algumas primeiras conclusões aqui, para abrir um espaço de discussão com quem quiser e puder colaborar, ir contra, ou qualquer coisa.

No início de 2001 o panorama econômico era razoavelmente calmo se comparado com o atual. “Como eu era feliz, e não sabia” - essa é uma das constatações que mais me mete medo, e não é nenhuma artista de televisão com práticas terroristas medievais falando, não, é apenas a realidade.

O maior problema enfrentado pela área econômica àquela época era a confirmação do pouso suave da “águia americana”. Dólar valia R$1,93 em janeiro 2001, havia um grande deficit na balança comercial, e até um avião devolvido pela Vasp evitou que o deficit no mes de janeiro 2001 fosse de 84% do ano de 2000 inteiro.

À partir daí, acrescentou-se o problema da Argentina, suas trocas sucessivas de Ministro da Economia - e pasmem, no período em que a Argentina teve três Ministros da Economia em três semanas, o risco-país da Argentina era 898 pontos em 20 de março de 2001, o do Brasil a semana passada era 2107 pontos.

Muitos outros fatores viriam a provocar incertezas e medos no “mercado”. Aliás parece que tudo amedronta esse tal de "mercado". É para rir de montão. Alguns fatores usados para explicar o medo do "mercado":

- as declarações da ex-diretora do Prodasen (centro de processamento de dados) Regina Borges ao conselho de ética do Senado sobre a quebra de sigilo do painel eletrônico.

- a informação de que o senador José Roberto Arruda (PSDB-DF) abandonou a liderança do governo.

- situação da Argentina, todos os dias.

- situação americana, todos os dias.

- explosão da Plataforma da PB.

- discurso de renúncia de ACM

Qualquer coisa é motivo para "o mercado" ter medo. Se não houver nada, eles criam. É da natureza do "mercado", portanto já está mais do que na hora de deixar de prestar tanta atenção em tudo o que eles alegam. Sugiro Mercadante para "o mercado"!!!

Vai ser muito interessante, se Lula ganhar as eleições, ver "o mercado" no ano que vem alegando que o dólar subiu porque estão por algum motivo tentando desestabilizar o governo Lula... e defendendo sua estabilidade!

Analisei apenas superficialmente agora de manhã até junho de 2001, e o que se vê é - grande novidade! - que as sementes do que acontece agora foram plantadas por aquela época. Melhor ainda, foram plantadas antes, mas as plantinhas pegaram um grande impulso com umas belas adubadas e regadas ofertadas pelo Banco Central e " o mercado".

Ficou claro que anteriormente a 2001 o governo usava os recursos obtidos através das privatizações para manter baixa a cotação do dólar, pois com esses dólares vendidos no mercado a oferta era maior que a procura e mantinha a cotação baixa. Com esses dólares das privatizações também pagava os juros das dívidas feitas para não sei o quê. Quando acabaram as privatizações, ou o interesse externo pela compra de empresas brasileiras, ou o que era bom já tinha sido privatizado, ou as empresas internacionais da área de telefonia e da área de energia entraram em crise e pararam de investir nos emergentes - aqui - porque já estavam com problemas lá, estourou o modelo do governo FHC.

Essa pode bem ser uma resposta à pergunta que o Garotinho fez ao Serra num desses debates:
“Os investimentos estrangeiros são importantes porque servem para cobrir o déficit que o Brasil tem em suas contas externas.
Os dólares investidos no país servem para compensar recursos enviados ao exterior, principalmente para pagamento de juros.”
FSP 23.03.2001

Para segurar o aumento do dólar, pois as empresas com dívida no exterior e os fundos de pensão, entidades financeiras e bancos procuravam por hedge (proteção, uma maneira de comprar dólar sem comprar o dólar em si) e lucros, respectivamente, tiveram de fazer o que a Argentina fez, trocar títulos de maior prazo por curto prazo, pois com isso achavam que estavam dando uma demonstração de força, mas era o contrário, estavam pondo a cabeça na forca. Na hora do resgate destes "títulos de curto prazo" os bancos e instituições financeiras chantageiam o governo e sobem artificialmente o dólar através de negócios de fachada com “pequenos montantes” se comparados ao muito que têm a ganhar no resgate.

Começaram a intervir no mercado vendendo papel moeda, duas intervenções nesse período, as primeiras desde 1999. E começaram com a estratégia de oferecer títulos - aqueles bilhões de reais que falei em post anterior - com correção pelo dólar mais um juro pré-fixado, que, no início de 2001 variavam de 8,49% até 10, 05%. Fizeram várias dessas vendas, algumas para vencimento em 2005 e 2006, mas outras para vencimento em abril de 2002. Nessas morava o perigo.

A idéia do BC era de que sempre conseguiriam rolar esses pagamentos, trocando por outros títulos, ou seja em abril de 2002 rolariam, ou trocariam, esses mesmos títulos por outros com vencimento em outubro/novembro/dezembro de 2002, e assim por diante, a um dólar que ficaria estável.

Foram até alertados pelo - acreditem é verdade - FMI que isso colocaria o país em risco, pois se o dólar subisse por uma manobra do "mercado" estariam perdidos. Ignoraram. Perderam. Tiveram de pagar agora em outubro, mês das eleições - será que foi sem querer?-, e terão mais em novembro e dezembro.

Como aconteceu com a Argentina, uma hora não teriam mais como rolar os resgates curtos e teriam de: alongar os prazos, ou seja, fazer o swap, ou pagar de uma vez, ou a moratória...

Se aqui, dois dos três passos já ocorreram, só falta o terceiro, que deve ficar para o próximo presidente, que se fosse o Serra, com certeza atenderia ao mercado em seus interesses, mas com o Lula ninguem sabia ao certo o que poderia acontecer - a temível terceira opção.

Agora já estão mais tranqüilos, pois pode haver uma saída a ser imaginada e colocada em prática, que não seja radical e catastrófica, haja vista que nossos títulos de curto prazo serão pagos em reais e não em dólares, como na Argentina. Se emitir reais - basta isso para pagar aos bancos e fundos de pensão a dívida interna -, aumentará a inflação, mas, e a dúvida é essa, poderá alongar os prazos para momentos melhores, de uma maneira menos traumática, sem sequestro de pequenas ou grandes poupanças ou aplicações, ou maiores prejuízos aos bancos e fundos de pensão? Sem aumentar a inflação? Sem prejudicar a população? Poderá? Como? Quem viver verá. Dia 01 de janeiro de 2003 está quase aí.


  escrito por abrir só este post 10:34:00 AM 0 Pensando melhor

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