Buscador, caçador do eu, pesquisador de seres, inventor de mim, solucionador: o que vier eu traço. Pensador prático, construtor de mim mesmo, experimentador, ousador, louco por aventuras e pelo ainda não vivido, buscado ou imaginado.
Incógnito, normal, comum, especial por isso mesmo.
Acredite se quiser...
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SALMO 91
Confiança
Tu que habitas sob a proteção do Altíssimo
Que moras à sombra do Onipotente, Dize ao Senhor: Sois meu refúgio e minha cidadela,
Meu Deus, em quem eu confio. É ele que te livrará do laço do caçador,
E da peste perniciosa. Ele te cobrirá com suas plumas,
Sob suas asas encontrarás refúgio;
Sua fidelidade te será um escudo de proteção. Tu não temerás os terrores noturnos,
Nem a flecha que voa à luz do dia, Nem a peste que se propaga nas trevas,
Nem o mal que grassa ao meio dia. Caiam mil homens à tua esquerda e dez mil à tua direita,
Tu não serás atingido. Porém, verás com teus próprios olhos,
Contemplarás o castigo dos pecadores. Porque o Senhor é teu refúgio;
Escolheste, por asilo, o Altíssimo. Nenhum mal te atingirá,
Nenhum flagelo chegará à tua tenda. Porque aos seus anjos Ele mandou
Que te guardem em todos os teus caminhos. Eles te sustentarão em suas mãos,
Para que não tropeces em alguma pedra. Sobre serpente e víbora andarás,
Calcarás aos pés o leão e o dragão.
Pois que se uniu a mim, eu o livrarei;
E o protegerei, pois conhece o meu nome. Quando me invocar, eu o atenderei;
Na tribulação estarei com ele; Hei de livrá-lo e o cobrirei de glória. Será favorecido de longos dias,
E mostrar-lhe-ei a minha salvação.
agosto 17, 2002
Ouvindo Noites Com Sol, Quando Vc Chegou e Nuvens Pode abrir as janelas... nada faz sentido nesse mundo sem o seu amor...
O Sono
Diz-se que durante o sono somos temporáriamente liberados de nosso corpo para tratar de assuntos mais urgentes, ou mais importantes, ou mais necessários, tudo de acordo com nosso grau vibracional.
Bom, não diz-se isso, Alan Kardek fala isso claramente no Livro dos Espíritos, e como ando muito preocupado com a qualidade do meu sono, a resposta me veio inteirinha hoje de manhã.
Perguntou? Tens a resposta. É assim, pra todo mundo.
Meus sonos são famosos. Outro dia tive até de pedir desculpas públicas, aqui no Ser Humano, por dormir numa mesa de bar num encontro de Anjos de Prata, e puxando um pouco pela memória pude encontrar dezenas de outros casos semelhantes.
Dormi em mesa de tudo quanto é bar, desde solteiro, e até hoje faço isso.
Eu sou assim, não discuto com meu sono - quando ele vem eu durmo, e pronto. Quando ele vai, eu acordo - e tudo bem.
Com esse negócio de Liga Mundial de Vôlei, que está havendo esse fim de semana, lembrei hoje de uma "sonada épica".
Segundo Alline isso ocorreu em 1994 aqui no Recife. Eu tinha acabado de viajar para São Paulo para tentar um emprego na Austrália. Foi descer do avião e o telefone tocar: era a ex-mulher dizendo que tinha trazido os filhos para passarem férias comigo em Recife, sem nem se lembrar de me avisar. Não tinham onde ficar, estavam de favor na casa de não sei quem e eu tinha de voltar imediatamente.
Desnecessário dizer que não consegui o emprego e a Austrália ficou livre de mim.
Voltei o mais rápido que pude - após uns 3 dias, depois de muita correria e umas 5 entrevistas para emprego -, e Alline e Eduardo queriam porque queriam ver um jogo da seleção brasileira de vôlei no Geraldão.
Foi descer do avião, pegar o carro, ir buscar os meninos e ir direto para o ginásio. Era Brasil contra Japão. Acho que o uniforme do Japão era meio lilás ou coisa assim, acho porque não vi quase nada.
Só lembro do aquecimento: antes da seleção entrar, chegaram os membros da mesa e os árbitros. Um dos caras - acredito que da comissão técnica -, entrou com um notebook novinho em folha, que fez o maior sucesso. Todo mundo fez questão de dar uma olhadinha, e o orgulhoso proprietário - coitado, deve ter empenhado a alma pra comprar o objeto de desejo geral - explicava tudo à todos, e com um insuspeito ar de superioridade instalou o equipamento, aberto, em cima da mesa, em frente à rede.
Nisso entram os jogadores e começam o aquecimento. Saques. Um brilhante jogador brasileiro vai para o fundo da quadra e começa a treinar saques "jornada nas estrelas". Lembram? Estava na moda àquela época, aquele saque que é dado de baixo para cima e vai quase no teto do ginásio.
Pois é, no primeiro saque, na primeira tentativa, meio descalibrado ainda, mandou a bola lá para o alto, subindo... subindo... subindo. Não devia nunca ter descido, mas desceu. Foi assim como meteorito: veio descendo... descendo... descendo, e foi cair, totalmente fora do lugar previsto, bem em cima do notebook aberto na mesa! Destroçou o bichinho.
O feliz ex-proprietário de uma super máquina, agora ferro velho, olhava e não acreditava! Uma moça foi lá consolar o cara. Os jogadores? Nem ligaram. Ignoraram o sofrimento do esforçado amante do vôlei. Mau presságio. Acho até que foi praga do cara.
O ginásio lotado, seleção brasileira jogando, e eu dormi o tempo inteiro. Tudo. Não vi pôrra nenhuma do jogo. Não acordava com barulho algum, dormia sentado. Matei os meninos de vergonha.