Buscador, caçador do eu, pesquisador de seres, inventor de mim, solucionador: o que vier eu traço. Pensador prático, construtor de mim mesmo, experimentador, ousador, louco por aventuras e pelo ainda não vivido, buscado ou imaginado.
Incógnito, normal, comum, especial por isso mesmo.
Acredite se quiser...
Os textos e imagens do Ser Humano são de propriedade dos autores, Schico e François Porpetta, e sua reprodução não é permitida sem expressa autorização.
Se quiser reproduzir é só pedir via email e citar a fonte.
Obrigado
Os dois são idênticos, pelo menos tento que sejam.
O Ser Humano gosta de usar muitas fotos.
Se por acaso alguma não abrir, basta clicar com o botão da direita sobre o quadrado da foto e escolher "Mostrar Imagem" ou "Show image". Ela vai aparecer.
SALMO 91
Confiança
Tu que habitas sob a proteção do Altíssimo
Que moras à sombra do Onipotente, Dize ao Senhor: Sois meu refúgio e minha cidadela,
Meu Deus, em quem eu confio. É ele que te livrará do laço do caçador,
E da peste perniciosa. Ele te cobrirá com suas plumas,
Sob suas asas encontrarás refúgio;
Sua fidelidade te será um escudo de proteção. Tu não temerás os terrores noturnos,
Nem a flecha que voa à luz do dia, Nem a peste que se propaga nas trevas,
Nem o mal que grassa ao meio dia. Caiam mil homens à tua esquerda e dez mil à tua direita,
Tu não serás atingido. Porém, verás com teus próprios olhos,
Contemplarás o castigo dos pecadores. Porque o Senhor é teu refúgio;
Escolheste, por asilo, o Altíssimo. Nenhum mal te atingirá,
Nenhum flagelo chegará à tua tenda. Porque aos seus anjos Ele mandou
Que te guardem em todos os teus caminhos. Eles te sustentarão em suas mãos,
Para que não tropeces em alguma pedra. Sobre serpente e víbora andarás,
Calcarás aos pés o leão e o dragão.
Pois que se uniu a mim, eu o livrarei;
E o protegerei, pois conhece o meu nome. Quando me invocar, eu o atenderei;
Na tribulação estarei com ele; Hei de livrá-lo e o cobrirei de glória. Será favorecido de longos dias,
E mostrar-lhe-ei a minha salvação.
novembro 30, 2003
Ouvindo Craig Chaquico & Russ Freeman - The Maiden and The Warrior Eita brincadeira boa essa de O Guerreiro e a Virgem...
Tô tramando, quem sabe essa semana eu consiga,
é só um ato simbólico, uma etapa que só para mim tem sentido,
mas que vale muito aqui dentro de mim.
Vamos ver, quem sabe esta semana eu consiga...
Agora ouvindo Diana Krall - Maybe You'll Be There Sobre o post de 17.11.2003, que é uma reprodução do post de 12.03.2003:
- A idéia veio de uma música que o winamp colocou no modo shuffle - Once in a Lifetime com 3rd Force mais Craig Chaquico -, justamente no momento em que eu estava pensando: se pelo menos uma vez na vida...
- As grandes conquistas, os passos decisivos, as pequenas e verdadeiras finalidades de uma vida são únicas e basta serem atingidas apenas uma vez. Para sempre são nossas.
- Os versos que mais gosto:
(...)Uma vez na vida poder dizer: consegui!
Pode nem ser tanto,
pode ser só um sonho de menino,
pode ser só um nada perdido no oceano da vida,
um bote flutuando feliz, mais do que nunca, salva uma vida!
Pelo menos uma vez na vida,
conseguir o que não tem valor para mais ninguém,
mas tem todo o valor de uma vida para você.
Só uma vez na vida, e basta. (...)
PS. Craig chaquico aprendeu a tocar violão com 12 anos, após um acidente de carro em que quebrou os dois braços, as duas mãos, um pé e uma perna, incentivado pelo médico, como fisioterapia. Chaquico se recuperou de seus ferimentos através do Espírito da Música.
Como retribuição ao dom que Deus lhe deu, todo ano ele e mais alguns amigos, fazem um show por semana, durante as tournés, em benefício da American Music Therapy Association.
Aos 16 anos, Craig Chaquico já era lead guitar do Jefferson Starship, 1973-1984, lembra? Aquele que sucedeu ao Jefferson Airplane, Grace Slick, Jerry Garcia, Paul Kantner, fim dos anos 60, Woodstock...
Ouvindo Tracy Chapman, Sade, Anita Baker, India.Arie, Todas negras, mas cada uma diferente da outra...
.. e baixando música na internet feito um doido. Que saudade do AudioGalaxy!
Hoje acordei bem cedo, tipo 4 horas da manhã,
fui ver o céu escuro ganhando brilho e gradualmente azulando,
até o Sol despontar de dentro do Oceano Atlântico,
brilhando forte e trazendo uma enormidade de luz prateada.
Luz, que ilumina minha alma, que ilumina este mundo,
abundante, flui por sobre este planeta e seus habitantes Humanos,
que nela imersos a ignoram.
Um banho de Luz Prateada pra todos vocês!
Gosto muito deste logo que fiz para o François Porpetta, foi meu último trabalho antes do micro pifar...
Todo mundo tem muito de igual e alguma coisa de diferente. Eu, por exemplo:
MUITO DIFERENTE - Nunca assisti ao Titanic (ou Taitanique, como queiram), nem no cinema, nem em DVD, nem em vídeo e nem na televisão.
- Nunca vi nenhum dia, nenhuma vez, o Big Brother nem Casa dos Artistas nem nada disso.
- Não como arroz misturado com feijão. Adoro feijão, com farinha. Arroz, também.
- Não fumo cigarro, comum. Não posso dizer que nunca fumei: uma vez, quando trabalhava em Santos comprei um maço de... Carlton, isso! Fumei uns três, e dei o maço pro motorista da Kombi que vinha me buscar pro trabalho. Nunca mais fumei, cigarro comum. O motorista ficou tão agradecido que sempre me trazia cigarros que não eram dos comuns.
escrito por abrir só este post 11:14:00 AM
0 Pensando melhor
novembro 17, 2003
Ouvindo Leila Pinheiro - Vai Passar Vai passar, um dia passa...
Schico revisited. Passeando pelo Google achei um pouco de mim, e vejo a falta que o Photoshop me faz. Justamente quando eu estava pegando a mão...
Vai passar, um dia passa
como um planeta em frente ao sol,
com a força da maré mais forte,
da lua mais cheia.
Vai passar, tá passando bem agora:
é só olhar de lá de fora,
para dentro de mim.
Passando, como uma nuvem querubim,
Eclipse de mim.
E tem mais, parece que em março deste ano eu parei de viver e abri um eclipse de alguns meses em minha vida. Esconderam o Sol. Este post é do dia 12.03.2003, quando o eclipse estava começando...
O nome diz tudo: Uma Vez na Vida
Pelo menos uma vez na vida,
só uma vez, sentir o gosto da vitória,
o sabor do beijo da mulher amada,
o gosto da mulher amada,
qualquer coisa, da mulher amada!
Uma vez na vida poder sentir
que iniciou e terminou,
planejou e alcançou,
que mesmo não sendo importante,
se é importante para alguém.
Uma vez na vida poder sentir
o brilho das estrelas piscando só para você,
o azul do céu, as nuvens e o arco-íris te dizendo: oi!
e, uma vez na vida, sorrir e responder com o coração em paz: olá!
Uma vez na vida poder dizer: consegui!
Pode nem ser tanto,
pode ser só um sonho de menino,
pode ser só um nada perdido no oceano da vida,
um bote flutuando feliz, mais do que nunca, salva uma vida!
Pelo menos uma vez na vida,
conseguir o que não tem valor para mais ninguém,
mas tem todo o valor de uma vida para você.
Só uma vez na vida, e basta.
Pelo menos uma vez na vida,
não deixar ir a esperança. Ah... esperança,
Faltam poucos milímetros de tempo,
poucos minutos de distância,
alguns litros de luz,
alguns anos-luz de vida,
que convergem para um único momento,
que só acontece uma vez na vida...
Nota do Schico: Esse poema de François Porpetta fala sobre coisas que não podem ser compradas com dinheiro. Se conseguidas através da influência ou poder exercidos pelo dinheiro, não contam como conquistas verdadeiras. Mas podem ser alcançadas por um pescador, um mendigo, um banqueiro ou um rei - tanto faz. São pessoais, não são comercializáveis. Quem não tem não pode comprar. Quem tem não pode vender.
Ouvindo Tracy Chapman, Eric Clapton, Donald Fagen, Jethro Tull e Roy Hargrove Tem coisas que a gente descobre sem querer...
... e durante o café da manhã descobrimos que hoje é uma data muito importante.
Foi no dia 16 de novembro de 1929, que pela primeira vez o menininho Ferenc, vindo diretamente da Hungria, pisava o solo brasileiro, na cidade do Rio de Janeiro. Chegaram em 15 de novembro, à bordo do Dasne, mas só puderam aportar no dia 16. Setenta e quatro anos de Brasil, pai! O senhor é mais brasileiro que nós todos juntos.
Meu pai, esse aí ao lado, lembra com detalhes do dia, que é inesquecível para todos os cariocas, pois foi o dia em que o Cristo Redentor abriu os braços, dizendo: "Até você Ferenc?"
Perguntado sobre de que bandeira era o navio Dasne, ele solenemente respondeu: "Era uma bandeira de pano!"; e adiantou que o navio não pertencia à Marinha Húngara, que como se sabe não tem mar, mas todos os nossos antepassados pertenciam à nobre Cavalaria Aérea do Império Submarino Húngaro.
Coisas que só se aprendem num domingo de manhã...
Ainda bem que vocês vieram, avô Ferenc, avó Suzana, e meu pai Ferenc! Caso contrário nenhum de nós estaria aqui.
E aqui cabe um parágrafo especial e um agradecimento de todo o coração à essas quatro pessoas de quais nossa família descende. Da parte de pai, vô Ferenc e vó Suzana - nunca os conheci, se foram quando meu pai Ferenc ainda era pequeno e ficou órfão por aqui - e por parte de mãe, ao vô Cataldo e vó Inês, que me criaram e que me acompanham até hoje, embora já se tenham ido há algum tempo para o outro lado. O que será que se passou na cabeça desses quatro, de pegarem um navio e mudarem para o outro lado do mundo no começo de um século, onde essas viagens eram bem mais difíceis do que hoje?
Vô Berek e vó Suzana vieram já casados de Salonta, na época Hungria, e que hoje está na Romênia.
Vô Cataldo veio de Bari e vó Inês de Rovigo, ambos da Itália, e se conheceram aqui no Brasil.
Ouvindo Sade, John Pizzarelli e Grieg No discman, trabalhando até as 17:00 em pleno feriado nacional...
A loja está às moscas, ninguém entra aqui - se entrar perigas ser ladrão -, já coloquei todos os relatórios em dia, sobra espaço para um som para relaxar.
Todo mundo pensa: Recife, praias, dia de sol derrretendo asfalto. Tá na maior boa! Que engano. Trabalhando até às 17:00. Pelo menos um som para aliviar a tensão tem de ter.
Pensamento de uma semana difícil:
- Mesmo com todas as dificuldades, sempre estamos melhores do que antes. A vida nos faz melhores, embora as aparências possam não mostrar isso. Aqui dentro de mim, estou muito melhorado. Improved Schico.
Hoje fazem dois anos que te conheci, num feriado nacional, numa tarde regada à macarronada e vinho francês. À sombra de uma bela árvore o Destino nos reservou esse primeiro olhos-nos-olhos.
Sente o aperto em meu coração? Guardo cada segundo, cada momento, de todos os momentos que tivemos, no lugar mais especial deste coração.
Parabéns! Vi sua foto, tá mais linda do que nunca - algumas mulheres são tão especiais que vão ficando cada vez mais belas -, pode dizer que eu sou suspeito para dizer isso, sou sim!
Um beijo, do fundo meu coração para você. Sou seu fã e você sabe disso. Um beijo do tamanho do mundo, da galáxia, do Universo, acompanhado das mais belas rosas vermelhas, criadas por mim, aqui em minha mente, única e especialmente para você.
Ouvindo Tracy Chapman e Nitin Sawhney, foi o que pintou para ouvir...
Ontem foi aniversário de Eduardo, e saindo da rotina imposta pelas circunstâncias, resolvemos reviver os bons tempos e fomos comemorar nos entupindo de sushi, caviar (que ninguém gostou), salmão marinado, picanhas diversas, batatas fritas, camarão, lagosta, polvo, lula, diversos frutos do mar e o que mais desse vontade. No Boi Preto. Comi por três dias.
Isso, pelo menos para mim, fez bem demais. Começou no momento der escolher a calça que iria usar: depois de olhar o quase nada que tenho, optei por uma calça jeans daquelas azul bem clarinho, velha, e que achei numa caixa na casa de minha mãe. Escolha ideal.
Voltei a me sentir eu mesmo. Definitivamente, neste ano de 2003, não estou sendo eu, bem que tento ser, mas não estou, ou melhor, não estava. Bateu um flashback. Tudo, a família reunida, o almoço, a calça, fez tanto bem, que hoje de manhã só acordei com Eduardo me chamando e chutando o colchão. Há meses que acordo entre 2 e 3 horas da manhã e não durmo mais.
"Fico pensando na sabedoria Divina.
Sabe Ele muito bem o que faz em não nos permitir ver o futuro:
soubesse eu o que teriam sido os últimos tempos,
talvez não os tivesse enfrentado com a cara e a coragem como tenho feito.
Prova de Fé."
Há dois anos atrás, em Curitiba, num oito de novembro, escrevi este post para meu filho . Vai lá e procura em 08 de Novembro, tem muito de mim alí. Não tinha a mínima idéia de como seriam esses dois anos que se passaram. Tanto de bom, tanto de difícil, tanto amor. Obrigado, Senhor.
Termino com o mesmo final:
do seu pai Schico
que te ama demais!
Ouvindo piano, Chopin, Debussy e Beethoven Escolhi o som do piano para voltar...
... fiquei ensaiando voltar a encostar os dedos nesse teclado, neste em especial, pois no outro, no trabalho, fui obrigado a martelar números e notes aos montões.
Estes momentos são especiais, são os momentos em que mais especialmente me encontro comigo mesmo, em que de alguma maneira tento fazer convergir os imprevisíveis rumos desta vida real para perto dos rumos da vida ideal.
Agradeço a cada um de vocês que veio até aqui e não me encontrou, não foi só com vocês que isso aconteceu, comigo também, eu não me encontrei um monte de vezes. Outras tantas, vim até aqui, e no Alma Liberada e descascava o eu engessado, descobrindo relances de mim. Quando digo agradeço, é sempre de coração, que é a única maneira que sei agradecer.
Eu existo. Pode parecer até brincadeira dizer uma coisa dessas, mas depois de tanto tempo eu descobri que eu existo, e posso provar isso para quem quiser, mas vou provar isso para mim, que é quem mais precisa.
Não sou uma entidade blogística virtual, tem muita gente dos blogs que me conhece de verdade e pode testemunhar isso. Enquanto outros me conhecem até com detalhes, alguns até em profundidade, embora nunca tenhamos nos encontrado, pelo menos por enquanto, nesta vida.